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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

12 - CORTEZ PEREIRA DE ARAÚJO

Patrono da cadeira nº 12 - Filho de Vivaldo Pereira de Araújo e Olindina Cortez Pereira, José Cortez Pereira de Araújo nasceu em 16 de outubro de 1924, em Currais Novos-RN. Formou-se em filosofia e a seguir em Direito pela Universidade de Pernambuco. Eleito primeiro suplente do senador Dinarte Mariz Mariz pela UDN em 1962. Filiado depois à ARENA foi escolhido governador do Rio Grande do Norte pelo presidente Emílio Garrastazu Médici em 1970, tendo sido, assim, o primeiro governador “biônico” do estado em substituição ao então governador Walfredo Gurgel, inaugurando a nova fase política do RN. Faleceu no dia 21 de fevereiro  de  2004

12 -ZÉLIA MADRUGA

Nascida em 03 de Novembro de 1932 na cidade do Natal, é filha de José Plancácio Madruga e Ana Zebina Madruga.
CARGOS:
1960: Foi nomeada para exercer o cargo de Promotor de Justiça da Comarca de Monte Alegre. No mesmo ano, foi promovida para a Comarca de São Tomé.
1965: Comarca de Macaíba.
1968: Comarca de Mossoró.
1969: Removida para o cargo de Curador de massas falidas, interditos, ausentes e resíduos da Comarca de Natal.
1973: 6º Procurador de Justiça (cargo criado pela Lei 4.133, de 07 de dezembro de 1972).
1983: 2ª Procuradoria de Justiça.
1991: 1ª Procuradoria de Justiça.
1997: 11ª Procuradoria.
1998: Ano da sua aposentadoria.
FONTE: MEMORIAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO RIO GRANDE DO NORTE

13 - DIOCLÉCIO DANTAS DUARTE

PPPatrono da cadeira nº 13 -  – Dioclécio Dantas Duarte, nasceu em Natal a 16 de outubro de 1894. Bacharel em direito pela Faculdade de Direito de Recife, turma de 1917, orador da turma, jornalista político, Secretário de Agricultura no Estado, Secretário Geral do Estado, no governo de Georgino Avelino (15/8/1945 a 9/10/1945),  deputado federal em várias legislaturas. Interventor Federal Interino, no período de 19 de outubro de 1945 a 17 de novembro de 1945, recebendo de Georgino Avelino e passando para Miguel Seabra Fagundes; cônsul do Brasil em Bremem-Alemanha. Presidente do Instituto do Sal, do Banco Aliança do Rio de Janeiro, americanista, municipalista, animador do movimento cooperativista no Estado, orador brilhante. Recebeu a Legião de Honra das mãos do presidente Auriol, em Paris, possuindo ainda condecoração da Venezuela, Paraguai e do Brasil. Faleceu no Rio de Janeiro a 22 de dezembro de 1975.Venezuela, Paraguai e do Brasil. Faleceu no Rio de Janeiro a 22 de dezembro de 1975.

13 - ADILSON GURGEL DE CASTRO

ADILSON GURGEL DE CASTRO - Sócio fundador da cadeira nº 13 Formado bacharel em Ciência Jurídicas e Sociais pela Unviersidade Federal do Rio Grande do Norte em 1973, é mestre em Direito pelo curso de pós-graduação da Unviersidade Federal de Santa Catarina. É diplomado pelo Clover Park High School, do Estado Washington (EUA) e detém o Michigan Certificate of Proficiency in English, da Universidade de Michigan.Dr. Adilson Gurgel no dia 5 de abril de 2009 foi escolhido para representar o Conselho Federal da OAB no Conselho Nacional do Ministério Público.
Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Rio Grande do Norte (OAB/RN), por três mandatos, Adilson Gurgel de Castro graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é mestre em Direito, pela Universidade Federal de Santa Catarina, e doutorando em Educação pela UFRN.

14 - JOSÉ GOMES DA COSTA

Patrono da cadeira 14 - José Gomes da Costa                     

14 - CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES


Sócio da cadeira nº 14 - Carlos Roberto de Miranda Gomes, natalense nascido em setembro de 1939, no clamor da 2ª Guerra Mundial 10/9/1939). Filho do Magistrado José Gomes da Costa e D. Maria Ligia de Miranda Gomes. Infância vivida na paisagem bucólica do sertão, em contato com a natureza. Primeiros estudos com Professoras particulares em Angicos, Canguaretama e Macaíba. Primário regular no Instituto Batista do Natal e 2º grau no Ginásio Natal, do saudoso Professor Severino Joaquim da Silva. Científico no Ateneu Norteriograndense e Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela tradicional Faculdade de Direito da Ribeira/UFRN, turma de 1968. Especialização em Direito Civil e Comercial na UFRN, Mestre em Direito Público (Ordem Constitucional) pela Universidade Federal do Ceará-UFC, em convênio com a UNIPEC, hoje UnP e URRN.
Foi radialista, comerciário do SENAC; funcionário do Tribunal de Justiça; comerciante de 1960 a 1961, sócio da firma Gomes & Cia.; funcionário do TRE/RN, Chefe da 3ª Zona Eleitoral de 1962 até 1971. Provisionado da OAB/RN em 1965, Solicitador acadêmico de 1966 a 1968 e Advogado a partir de 1969. Nomeado Promotor de Justiça Substituto, após aprovação em concurso, declinou de sua aceitação, preferindo o cargo de Auditor do TCE/RN, aprovado em 1º lugar, onde teve a oportunidade de várias vezes ser convocado como Conselheiro Substituto, depois passando a integrar a Procuradoria do mesmo Tribunal, que se transformou no Ministério Público Especial, de onde aposentou-se. Docente do Curso de Direito desde 1976 da UFRN, da UNIPEC, hoje UnP, FARN e da especialização da UFRN, UnP, FAL, ESMARN e FESMP, colaborador na FACEX e ESA. Ex-Conselheiro do Conselho de Recursos Fiscais do Estado do Rio Grande do Norte. Ex-Conselheiro-substituto do Conselho de Contribuintes do Município de Natal.
Ex-Chefe do DPU da UFRN. Primeiro Coordenador do Curso de Direito da UNIPEC, hoje UnP. Patrono do Instituto de Estudos Jurídicos do Rio Grande do Norte – IEJ. Ex-Presidente da OAB/RN. Ex-Juiz do TER/RN. Ex-Adesguiano – III Ciclo de Estudos. Primeiro Controlador Geral, da Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte, e Estado. Foi Presidente da Comissão de Juristas da UFRN. Fundador e o primeiro Presidente do Nejur – Núcleo de Estudos Jurídicos e do Instituto Brasileiro de Tecnologia Jurídica-IBTJ. Integrou a composição do Primeiro Tribunal de Ética da OAB/RN. Ex-Diretor da Diretoria da Administração Indireta-DAI (TCE/RN).
Primeiro Diretor-Geral da Escola de Contas “Prof. Severino Lopes de Oliveira” do TCE/RN até 2004. Professor aposentado da UFRN, na cátedra de Direito Financeiro e Tributário e Professor autônomo, prestando eventuais serviços às Universidades particulares do Estado na pós-graduação e/ou orientação de monografias e participação em bancas na UFRN, FARN, FAL, CEAF, FESMP, ESMARN e ESA/RN. Atualmente é Membro Honorário Vitalício da OAB/RN, sócio efetivo do IHGRN e membro da Academia de Letras Jurídicas do Rio Grande do Norte, cadeira 14, membro e Assessor de assuntos jurídicos da UBE/RN, sócio e Secretário da AMINN, sócio do Instituto Norte-riograndense de Genealogia, sócio efetivo do Rotary Club de Natal-Sul desde 1984.
Recebeu comendas, elogios e homenagens: do Exército Nacional (16º RI) a Medalha “Marechal Hermes – de Aplicação e Estudo”, Medalha do Mérito Universitário (melhor concluinte do Curso de Direito, 1968), “Medalha do Mérito Policial Luiz Gonzaga” da Polícia Militar/RN, “Medalha do Mérito Henrique Castriciano”, “Professor Emérito e Doutor honoris causa da Universidade Potiguar, além de ter recebido inúmeros votos de elogio, reconhecimento pelas atividades desenvolvidas em sua vida pública e profissional, sócio benemérito da AVERN e Membro Honorário do Centro Acadêmico Seabra Fagundes, diplomas de entidades profissionais em reconhecimento e louvor (OAB/RN, OAB/PI, OAB/PR, Associação dos Assessores Jurídicos do Estado/RN), Diploma Clovis Bevilaqüa” da OAB/CE, “Diploma do Mérito Maçônico Padre Miguelinho”, “Honra ao Mérito”, do SISJERN, Benemérito da AVERN, 1984. Cartão de Prata da ANABB, pela posição assumida em defesa do Banco do Brasil; Cartão de Prata dos estudantes do Curso de Direito da UNIPEC, hoje UnP pelo desempenho no período de 1992/1993, quando Primeiro Coordenador do referido Curso; Cartão de Prata dos membros e funcionários do TRE/RN. Cartão de Prata dos Servidores da 
FONTE: UNIÃO BRASILEIRAS DE ESCRITORES RN

15 - APULO PEREIRA DA LUZ

Patrono da cadeira nº 15 - Paulo Pereira da Luz                    

15 - Dr. ERICK PEREIRA

Sócio fundador da cadeira nº 15 - Erick Pereira

16 - MIGUEL SEABRA FAGUNDES

Patrono da cadeira nº 16 - Natural de Natal-RN, nascido a 30 de junho de 1910, filho de João Peregrino da Rocha Fagundes e Carmélia Seabra Fagundes. Bacharelou-se em março de 1932, pela Faculdade de Direito do Recife, e foi designado, no mesmo ano, em ato assinado por Getúlio Vargas , para o cargo de procurador do TRE do Rio Grande do Norte. Em 1935, com apenas 25 anos, na qualidade de representante dos advogados, foi nomeado desembargador da Corte de Apelação do Estado. A partir de1945 , representou o RN  como interventor federal e presidente do Tribunal de Justiça
Foi eleito presidente do Conselho Federal da ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL   (OAB) no dia 11-8-1954 , mas licenciou-se do cargo no dia 24 do mesmo mês para assumir a pasta do  Ministério da Justiça a convite do presidente da República  JOÃO CAFÉ FILHO. Em fevereiro de 1925 , após divergências com o governo, pediu demissão do cargo de ministro e reassumiu a presidência da Ordem, permanecendo no cargo até agosto de 1956.
Em abril de  1970, foi eleito presidente do  INSTITUTO DOS ADVOGADOS BRASILEIROS   (IAB), e, desafiando a   DITADURA MILITAR  da época, fez um forte discurso defendendo com obstinação a legalidade democrática. Foi um dos ativistas pela reestruturação do  HABEAS-CORPUS  e pela convocação da  ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE.
Faleceu no Rio de Janeiro no dia 29 de abril de 1993
FONTE: WIKIPEDIA

16 - RAIMUNDO NONATO FERNANDES


Raimundo Nonato FernandesSócio fundador da cadeira nº 16 - Primeiro Consultor-Geral do Estado, o Advogado Raimundo Nonato Fernandes exerceu o cargo em cinco oportunidades, nos Governos de Dinarte Mariz (1956-1961), Aluízio Alves (1961-1966), Walfredo Gurgel (1966-1971) e José Agripino (1983-1986 e 1991-1994).
Como Jornalista, desempenhou a função de repórter-revisor no Jornal “A República” e na Imprensa Oficial do Rio Grande do Norte.
Foi eleito Vereador e renunciou ao mandato dois meses após a posse, por não concordar que os parlamentares votassem o aumento do próprio salário.
Ocupou vários cargos públicos na área jurídica, entre os quais o de Procurador-Geral do Estado. Foi também Professor de Direito na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Atualmente, advoga na área do Direito Administrativo.FONTE: SITE DO GOVERNO RN

17 - ALMINO ALVARES AFONSO

Natural de Patu-RN, nascido a 17 de abril de 1840. Bacharel em direito, magistrado, revolucionário, abolicionista, tribuno popular, deputado federal, , senador da república, patrono de cidade e da cadeira nº 9 da Academia Norte-Riograndense.faleceu em Fortaleza-CE, no dia 13 de fevereiro de 1899

terça-feira, 27 de setembro de 2011

17 - IVAN LIRA DE CARVALHO



Sócio fundador da cadeira nº 17 -  IVAN LIRA DE CARVALHO, paraibano, nascido a 20 de setembro de 1956. É  Juiz Federal Diretor do Foro da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte, função para a qual foi indicado 7 vezes pelo TRF da 5a. Região. Foi servidor da Justiça Federal e Juiz de Direito na Paraíba. É doutor em Direito (UFPE) e professor (UFRN).

18 - FRANCISCO IVO CAVALCANTE

Patrono da cadeira nº 18 - Francisco Ivo, natural de Natal, nascido a 25 de agosto de 186. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Recife na turma de 1923. Advogado, professor, jornalista, poeta, teatrólogo e político. Faleceu no dia 11 de março de 1969.
FONTE: LIVRO UMA VIAGEM PELO ARQUIVO EPISTOLAR DE ADAUTO DA CÂMARA, 2ª edição de RAIMUNDO SOARES DE BRITO

18 - EILDER FURTADO DE MENDONÇA E MENEZES

Sócio fundador da cadeira nº 18 - EIDER FURTADO DE MENDONÇA E MENEZES, natalense nascido aos 23 de abril de 1924, filho de Gil Furtado de Mendonça e Menezes e D. Maria Emília Furtado, aos quais homenageou no livro “Audiência de um Tempo vivido” (2004), primeiro de uma série de trabalhos memorialistas. Iniciou seus estudos com a Professora Águeda de Oliveira Sucupira (Naná), numa escola municipal postada na Av. Rio Branco (local onde o BB construiu sua sede da cidade alta), nos idos de 1931 a 1934, sobre quem dedicou um capítulo especial no seu livro de memórias, alcançando as suas auxiliares D. Helena, Preta e Auta, sobre as quais derrama suas emoções mais caras, aliada a um amor quase filial, incluídas também em suas permanentes orações, acrescentando “Por isso, eu também tenho saudades da minha primeira professorinha”.
Em 1935 foi para o Colégio Pedro Segundo, do Prof. Severino Bezerra de Melo, daí para a escola particular do Prof. Antônio Fagundes, posteriormente o tradicional Atheneu Norteriograndense, em 1937, aos 13 anos de idade, tendo concluído o Colegial em 1944 e, somente em 1955, com 30 anos de idade, submete-se ao vestibular da Faculdade de Direito de Natal.
Bacharel em Direito pela UFRN, 1ª Turma, em 9 de outubro de 1959, denominada “Turma Clóvis Bevilácqua”, paraninfo Edgar Barbosa Aula da saudade Paulo Viveiros.
Em 1968 iniciou o seu magistério universitário, nas lides do Direito Financeiro e Tributário, depois Direito Comercial, Direito do Trabalho e Mercado de Capitais, tendo ainda demonstrado os seus conhecimentos em outras searas do Direito, quando transferido para o Curso de Direito, lotado no Departamento de Direito Privado, até a sua aposentadoria em março de 1991. Recebeu a láurea de “Professor Emérito da URFRN” em 17 de dezembro de 1997.
Sua vida é pontilhada de atividades diversificadas, pois teve papel de relevo na radiofonia potiguar (Diretor da Rádio Poti, ao tempo em que, ainda, Rádio Educadora de Natal), não sem antes, nos idos dos anos 40, integrar, como músico, a Orquestra de Salão daquela rádio e o Quinteto “Alberto Maranhão” e teve passagem pelo teatro amador.
Foi jornalista consagrado e dirigente nas Rádios Poti e Niordeste.
Cidadão exemplar, que reparte o comando de uma bela família com o auxílio indispensável da sua eterna musa D. Helenita, cuja presença é uma constante em todos os momentos de sua vida e a ela dedica incontáveis registros da história de sua vida e sobre quem proclama ter sido a primeira e única namorada.
Na advocacia se orgulha de registrar seu estágio com o famoso causídico Hélio Mamede de Freitas Galvão e chegou a chefiar a Ordem dos Advogados, Seção do Rio Grande do Norte, num pleito memorável, que marcou a transição da velha Instituição para os novos tempos, substituindo o Dr. Claudionor Telógio de Andrade após 20 anos de presidência, ali permanecendo por 8 anos consecutivos (01/02/69 a 01/02/77).
É fiel à sua profissão até os dias presentes, compartilhando o escritório com filhos e netos. O mundo intelectual está de parabéns.
Fonte: SANTO OFÍCIO

19 - CLAUDIONOR TELÓGIO DE ANDRADE

Patrono da cadeira 19 Claudionor Telógio de Andrade, nascido a 21 de agosto de 1909, em São José de Mipibu,-RN advogado, político e professor. Formado em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito do Ceará, tendo antes cursado a Faculdade de Direito de Recife, exerceu inúmeros cargos na magistratura, no ministério público e no magistério secundário e superior, tendo sido Professor titular da 2ª Cadeira de Direito Judiciário Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Eleito Conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil para o biênio 1947-1949 e reeleito para os biênios 1950-1951, 1952-1953, 1954-1955, 1956-1957, 1958-1959, 1962-1963, 1964-1965, 1966-1967 e 1968-1969, ocupando a Presidência em todos esses biênios. Suas atividades intelectuais foram múltiplas, especialmente em discursos e conferências”. Faleceu em Natal-RN, no dia 9 de novembro de 1980

19 - MIGUEL JOSINO NETO

Sócio fundador da cadeira n° 19 - Miguel Josino Neto

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

20 - DR. DJALMA ARANHA MARINHO

Patrono da cadeira nº 20 - Djalma Aranha Marinho, natural de São José de Campestre-RN, nascido a 30 de junho de 1908 e faleceu em Natal no dia 26 de dezembro de 1981. Advogado, deputado estadual e federal, jurista

20 - VALÉRIO DJALMA CAVALCANTI MARINHO

Sócio da cadeira nº 20 - Dr. Valério Djalma Cavalcanti Marinho,natural de Natal-RN, nascido a 16 de outubro de 1940

21 -Dr. JOSÉ FERREIRA DE SOUZA

Patrono da cadeira nº 21 - José Ferreira de Souza

21 - DR. ANÍSIO MARINHO DA SILVA

Sócio fundador da cadeira nº 21 - Natural de Caicó-RN, nascido a 8 de agosto de 1961, filho de  João Marinho da Silva e Iraci Germano dos Santos.Exerceu os seguintes cargos:  1985: Nomeado para exercer o cargo de Promotor de Justiça Substituto.1987: promovido ao cargo de Promotor de Justiça da Comarca de Serra Negra do Norte. Em 05 de outubro assumiu a Comarca deJucurutu.1988: removido para a Comarca de Angicos.1990: promovido ao cargo de 2º Promotor de Justiça da Comarca de Caicó. 1995: removido ao cargo de 2º Promotor de Justiça da Comarca de Ceará-mirim. 1991-1996: Chefe de Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça Secretário do Conselho Superior do Ministério Público e do Colégio de Procuradores de Justiça. 1997-1999: Procurador-Geral de Justiça. (18/06/1997-18/06/1999).1998: 3º Procurador de Justiça 1998/1999: Presidente do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça no Brasil.1999 -2001: Procurador-Geral de Justiça. (18/06/1999-18/06/2001) 2001: Promovido ao cargo 1º Procurador de Justiça. 2008: e titular da 1ª Procuradoria de Justiça.

22 - JOÃO MEDEIROS FILHOS

Patrono da cadeira nº 22 - João Medeiros Filho , natural de Campina Grande-PB,nascido a 30 de julho de 1904, filho de  Medeiros Santiago e Clara Sampaio Medeiros . Promotor Público, escritor e vários cargos, como mostramos abaixo:
CARGOS
1927-1930: Promotor de Justiça de Jardim do Seridó/RN.
1930: Promotor de Justiça da comarca de Cajazeiras/PB.
1930-1934: Promotor de Justiça da Comarca de Natal.
1935: Chefe da Polícia do Estado do RN.
Chefe de Polícia do Estado da Paraíba.
Delegado da Polícia de João Pessoa.
Prefeito de Guarabira-PB.
Diretor do Jornal “A União” João Pessoa./PB.
1939: Diretor do Jornal “A República” Natal/RN.
1939-1941 e 1945-1947: Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção do RN.
1949-1950: Consultor Geral do estado/RN.
1950: Vice-Diretor e Professor Constitucional da Faculdade de Direito de Natal.
1952-1957: Professor de Português do Colégio Estadual de Natal.
1957-1960: Assessor Jurídico da Confederação Nacional do Comércio.
1959-1960: Representante no Conselho Federal da Secção da OAB no RN.
1961-1964: Promotor de Justiça da Comarca de Mossoró/RN.
1964: Superintendente de Coordenação do Departamento Federal de Segurança Pública.
1964: Diretor da Polícia Civil de Brasília/DF.
1964: Presidente do Instituto dos Advogados do RN.
1964: Aposentado por tempo de serviço no cargo de Promotor de Justiça.
1965-1966: Procurador Geral do Estado.

Faleceu no dia 21 de fevereiro de 1987
                   

22 - ODÚLIO BOTELHO MEDEIROS

Sócio fundador da cadeira nº 22 - Odúlio Botelho Medeiros

domingo, 25 de setembro de 2011

23 - OCTALIO ALECRIM

                                                           
PATRONO DA CADEIRA Nº 23 - Octacilio Alecrim nasceu em Macaiba a 11 de Novembro de 1906 e faleceu a 02 de setembro de 1968,no Rio de Janeiro,aos 62(sessenta) e dois anos.
           Era filho de Ana pulcheria de melo Alecrim e Prudente Gabriel da Costa Alecrim,coronel da guarda nacional,fazendeiro e comerciante próspero,com prensa de algodão e armazém de vinhos cereias e ferragens nas prateleiras.Era um homem desenhado em traços fortes, co incursões na politca,por presidiu o Conselho Municipal de Macaiba.E presidencialista convicto,com declarada admiração por Campos Sales.De hábitos finos,bem tralhado no seu brim agaota e chapéu-do-chile nos dias de semana, do fraque,casaca,cruazé e cartola nas festas solenes da Cidade.Tinha de gado,algodão,feijão e milho; e sitio para o lazer da familia,com fruteiras e banho de açude nas manhãs de domingo.
            Octacilio Alecrim é uma figura mítica: conhecida - por uma pequena minoria que e interessa por literatura como sendo um dos intelectuais  mais inteligente e eruditos nascidos em nosso Estado,pouco se saber,no entanto, a respeito de ua biografia e dos livros que escreveu.Saber-se apenas que ele tornou conhecido nacionalmnte plos estudos precursores sobre o romancista francês Marcel Proust.Demonstrou profundo conhecimento de " À la recherche du temps perdu" num momento que seu autor ainda não fora,entre nós,objeto de consagração universal dos meios acadêmicos,nao recbera ainda unânime unção da critica chamada "judicante" que servia de orientação ao gosto dos leitores  ais exigentes,nem fora,ainda,considerado digno grandes investimentos editorias.Lembre-se que a " Provincia Submensa"- um titulo visivelmente  proustino - foi publicado pelo proust-clube Brasil em 1957, o que evidencia o quanto Octacilio Alecrim era valorizado por esse movimento de culto  à imagem litérária e à obra de Proust.

            Da mãe,pianista,leitora de romances e mulher de prendas domésticas nas boas artes o lar,herdou a fidalguia ;e do pai, o pedor pra letras.E Octacilio  quem descreve a estante de livros,gêneses das suas sensibilidade inteletuais,modelando,no silêncio do casarão da infância, o grande eleitor do futuro:
           "Recordo-me bem de que,no seu armário,estilo antigo,havia obras traduzidas de Camilo Flamarion e Júlio Verne, a Biblia Sagrada,uma tradução portuguesa om notas de Delaunay;o Chernoviz; A história do Rio Grande do Norte, de Rocha Pombo; o Lunário Perpétuo;coleções dos almanaques Garnier e Bertrand; livros de tavares de lira e Tobias Monteiro,eminentes historiadores coestaduanos dos quais era amigo afeiçoado,opúsculos de Henrique Castriciano de Souza e Eloy de Souza;Pela educação Nacional de josé Augusto;brochuras de Ruy na campanha civilista;publicações sobre agricultura; o dicionário ilustrado de simões Fonseca,coleções encardenadas Eugene Sue, e muios fasciculos de Michel Zevaco,Sherlok Holmes e Nick  Carter,gêneroeste (icção de mistério) que muito apreciava.
             Dessa mesma pequena prateleira doméstica,alecrimrecebeu os primeiros sinais da grande literatura- o monge de cister, de Eurico; o bobo e as lendas narrativas, de herculano; viagens na minha terra,de Almeid Garrett; a retirada da laguna, de Taunay;; A esfinge de Alfranio Peixoto;canãa, de Graça Aranha,miragem,rei negro e inverno em flor, de Coelho Neto;poesias de Olavo Bilac e Sertões, de Ueclides Cunha;Alémde livrosem francês e uma coleção com ilustrações coloridas que o levaram a conhecer, em viagens mágicas, o japão de Oliveira
               Ao decrever a casa da infância - uma casa de gradil, na Rua da Conceição,padroeira da Cidade de Macaiba,com suas quatros janelas abertas para a nascente - é como se o homem Octacilio Alecrim reconstruísse too seu undo perddo.Mas,ainda iluminado,proustiamente,pelo sóbrio lustre de bronze sob o teto de madeira da ampla sala de visitas,com suas cadeiras palhinha, o chão aveludado,forrado por um tapete persa; o piano,os consolos jacarandá e mármore onde descansava os tulipeiros; os quadros e os indespensáveis retratos de familia com o olhar patriarcal e austero de um comedador.Teve uma infância cheia de brinquedosde feira - berimbau,cavalinhos de barro,bodoque,calungas e papelão e pistola de taboca.Mas, de tudo restou para sempre no sótão da alma do menino, um cão felpudo, de brinquedo, com  qual dormia,ouvindo uns versos que dia reencontrou no roseira brava, de Palmyra Wanderley.
                                   
Fonte do blog Manoel Mauricio Freire de Macedo - Pesquisador.

23 - IVAN MACIEL DE ANDRADE


Sócio  fundador da cadeira nº 23 - IVAN MACIEL DE ANDRADE, natural da cidade de Santo Antônio do Salto da Onça, na mesorregião Agreste Potiguar, a 13 de janeiro de 1937, filho de  DÁRIO JORDÃO DE ANDRADE e de Dona JENNY MACIEL DE ANDRADE O sócio fundador da cadeira nº 32 da ALEJURN é também imortal da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, da cadeira nº 17 , fundada por Ribeiro Dantas e que teve apenas dois ocupantes: Dioclécio Duarte e Aluízio Alves o qual tomou posse no dia 10 de setembro de 2010.  O jurista foi durante 16 anos em três governos seguidos, consultor geral do Estado. Antes foi chefe do Ministério Público Estadual, ex-professor universitário com presença na UFRN, UNP e FARN, ensinado Introdução à Ciência do Direito e Filosofia do Direito.Antes de tudo isto, criou nome popular e assinalou aplauso como advogado. Notabilizou-se, também, dando pareceres jurídicos quando solicitado por empresas da iniciativa privada e pessoas amigas aconselhamento jurídico e luzes do Direito. 

24 - LUÍS DA CÂMARA CASCUDO

Patrono da Cadeira nº 24 - CÂMARA CASCUDO - Escritor e folclorista, nasceu em Natal, Rio Grande do Norte, no dia  30 de dezembro 1898 e faleceu na mesma cidade, em 30 de julho de 1986. É um dos mais importantes pesquisadores das raízes étnicas do Brasil.
Aos seis anos já sabia ler. Estudou Latim durante três anos com o mestre João Tibúrcio. Em 1922, aprendeu a ler inglês, para acompanhar os viajantes pela África e Ásia. É dele a tradução comentada do livro Travels in Brazil, de Henry Koster, viajante inglês, obra das mais valiosas para o conhecimento e interpretação do Brasil, no início do século XIX.
Na sua juventude morou na chácara Vila Cascudo, no bairro Tirol, onde havia reuniões literárias.
Estudou no Atheneu Norte Riograndense e cursou Medicina nas Faculdades de Medicina da Bahia, em Salvador, e do Rio de Janeiro, até o 4º ano.
Em 1928, formou-se pela  Faculdade de Direito do Recife e concluiu também, no mesmo ano, o curso de Etnografia, na Faculdade de Filosofia, do Rio Grande do Norte.
Foi pai de dois filhos: Fernando Luís e Anna Maria, fundadora da Cadeira nº 24, da Academia de Letras Jurídicas do Rio Grande do Norte, ver-se biografia abaixo,  frutos do casamento com Dhália Freire, realizado em 21 de abril de 1929.

24 - Dra. ANNA MARIA CASCUDO BARRETO

Sócia fundadora da cadeira nº 24 - ANNA MARIA CASCUDO BARRETO, natural de Natal, nascida no dia 13 de outubro de 1940, , filha de  LUÍS CÂMARA CASCUDO  e de DALILA FREIRE CASCUDO. Aos 19 anos, cursando o terceiro ano da Faculdade de Direito, foi a primeira mulher brasileira a enfrentar um Tribunal de Júri Ppopular, como promotora pública de acusação. Isso foi em 1958. Conseguiu a condenação do réu, acuado de latrocínio, a 12 anos de reclusão. Uma das fundadoras da Academia Feminina de Letras (abril de 2000) eleita em abril de 2005 para a Academia Norte-Riograndense de Letras (Cadeira número 13, anteriormente ocupada por Oriano de Almeida e Luis da Câmara Cascudo) pertence ao Instituto Histórico e Geográfico do RN, desde 1987; é Doutora em Leis pela Sociedade Brasileira de Criminologia (RJ) Grau de Comendadora e Membro do Conselho na Academia Brasileira de Arte, Cultura e História (SP), - fundada pelos escritores Luís da Câmara Cascudo e Dante de Laytano (RS), cuja sede é na Casa da Fazenda do Morumbi – (posse em julho de 2005); em agosto de 2006 empossada na Academia Paulista de Letras, como Sócia correspondente, além do Instituto Biográfico Brasileiro, única nordestina aceita. No dia 13 de março de 2009, autora da conferência/ apresentação da nova imortal da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras – após 75 anos em Natal – America Fernandes Rosado Maia, em sessão solene empossada em Mossoró, RN. Tomou posse  no dia 8 de novembro de 2008 como um dos Fundadores da Academia de Letras Jurídicas do Rio Grande do Norte(fundada em 11 de abril de 2007 e instalada em 8 de novembro de 2008), escolhida posteriormente como Oradora da Posse dos juristas Paulo Lopo Saraiva, Adilson Gurgel e Artunio Maux, em viagens internacionais quando os trinta e oito imortais em belíssima cerimônia, também se incorporaram à Academia de Letras Jurídicas Nacionais

sábado, 24 de setembro de 2011

25 - ALUÍZIO ALVES

Patrono da cadeira nº 25 -  nasceu na cidade de Angicos, no dia 11 de agosto de 1921.filho de  MANOEL ALVES FILHO e de MARIA FERNANDES ALVES.

Foi um menino precoce, iniciando sua carreira de jornalista ainda criança. Fundou o jornal "O Clarim", que era datilografado e possuía apenas um exemplar, passando de casa em casa. O jornal, segundo Aluízio, era "por mim mesmo desenhado em vermelho, e por mim todo ele escrito: desde o editorial às notas de aniversários, notícias de festas, entrevistas, etc., às vezes, jornalista e datilógrafo de dois dedos, levada o dia inteiro, até sem almoço, entrava pela noite, sob o protesto da minha mãe. Tudo era compensado pelas alegrias do domingo: o jornal ia passando de casa em casa, com os comentários dos vizinhos, leitores de toda a cidade".
Mais adiante, duas outras iniciativas, ambas no campo do jornalismo: o jornal "A Palavra" e a revista "Potiguarânia". Dirigiu também o jornal "O Estudante".
O Partido Popular, quando criou "A Razão" , designou Aluízio para trabalhar como repórter. O jornal pertencia a Dinarte Mariz e seu diretor era Eloy de Souza.
Após a vitória do Partido Popular, que consegue eleger três deputados, e a situação apenas um, Aluízio Alves, escreveu um artigo com o título "Três a Um", quando chamou o interventor Bertino Dutra de "apêndice podre da Marinha brasileira". Diante da ofensa, a Marinha mandou prender Aluízio. Foi criado, então, o impasse: o autor do artigo era menor, contava apenas 13 anos de idade... Como solução, o jornal foi fechado. Na administração de Mário Câmara, a publicação voltou a circular.
O jornalista mirim enfrentou outro problema semelhante. O major Abelardo de Castro deu uma entrevista criticando a situação que havia no Rio Grande do Norte. Essa entrevista foi publicada no "Diário de Pernambuco". Como o jornal da oposição se encontrava fechado, a entrevista foi impressa em forma de boletim. Na noite seguinte, Aluízio, com outras pessoas, pregavam com grude os boletins nas paredes das casas, edifícios públicos, etc. Quando Aluízio estava colando as folhas atrás da catedral velha, foi preso. Mas não podia ser preso por causa da idade. O chefe da polícia, capitão da Marinha, Paulo Mário, chamou o pai do menino, aconselhou, ameaçou, porém o jovem rebelde foi colocado em liberdade.
Aluízio, repórter de "A Razão", junto à Assembléia Legislativa, viveu momentos difíceis nessa fase: "lá às seis horas da manhã para "A Razão", escrevia várias matérias. Quinze para as oito e eu ia para o colégio e ficava até onze horas. Às onze horas voltava para a "A Razão" para escrever e fazer a revisão da matéria. Uma hora da tarde voltava para o colégio, até aí sem comer, sem almoçar, ficava no colégio até três e meia da tarde. Quando saía às três e meia da tarde. Quando saía às três e meia da tarde, eu ia para o jornal, assistia ao final do jornal".
Aluízio Alves começou a se interessar por política no ano de 1932, com onze anos de idade, quando, após a derrubada do prefeito de Angicos, João Cavalcanti, seu pai, Manoel Alves, foi eleito prefeito.
Nesse ano, ocorria uma terrível seca e os flagelados da região procuraram seu "Nezinho", que convocou os comerciantes para colaborar: recebendo e distribuindo gêneros alimentícios, estava ali presente o menino Aluízio Alves.
Outro acontecimento vai marcar a carreira precoce do político Aluízio Alves: durante a revolução Constitucional de 32, ele se encontrava em Ceará Mirim. Nessa cidade só havia uma rádio, na casa de Waldemar de Sá. O menino Alves ouvia os discursos dos líderes do movimento, repetindo para os presentes.
Aluízio, indo para o Ceará, estudou no Ginásio São Luiz. Ocorreu então o seguinte fato: um motorista de ambulância dirigia em alta velocidade para salvar um doente. A ambulância virou, o motorista morreu, porém, o doente sobreviveu. O acontecimento emocionou a cidade de Fortaleza. Aluízio foi escolhido para fazer a oração, durante uma homenagem prestada pelos estudantes aos familiares da vítima do acidente. Seu discurso emocionou a todos os presentes. A partir daquele momento passou a ser o orador oficial do ginásio.
Em 1940, em Angicos, a paróquia organizou a festa de Cristo Rei. Estiveram presentes o governador Rafael Fernandes e Aldo Fernandes. Na oportunidade, Aluízio pronunciou uma conferência sobre a Paróquia de Angicos. Como resultado, o menino conferencista foi convidado por Aldo Fernandes para trabalhar no jornal "A República", quando se tornou repórter e editor do referido órgão de imprensa, na época, dirigido por Edgar Barbosa.
Em 1942, uma grande seca. Natal foi invadida pelos flagelados. Aldo Fernandes chamou Aluízio, dizendo que queria fazer uma reunião com as principais autoridades da cidade. Aluízio, então, escreveu um artigo inti-tulado "Convocação à família natalense", sendo designado para organizar o trabalho de assistência aos flagelados. Dentro de três dias 8 mil pessoas estava abrigadas. Terminada a seca, Aluízio Alves organizou a volta dos retirantes, fazendo com que cada um levasse instrumento de trabalho, além de recursos para recomeçar a vida, inclusive, comida para um mês. Aconteceu que, no final, ficaram 60 menores de ambos os sexos. Aluízio Alves sugeriu, então, criar um Serviço de Assistência ao Menor. Aprovada a idéia, Aluízio Alves foi para Recife e, naquela cidade, entrou em contato com as autoridades que tratavam do problema.
Foi fundado o "Abrigo Melo Matos", com Orígenes Monte assumindo a direção.
Incansável, Aluízio Alves, com ajuda da Legião Brasileira de Assistência, criou o Instituto Padre João Maria e, com auxílio da prefeitura, organizou o Abrigo Juvino Barreto. Ambos foram inaugurados no dia 19 de abril de 1943.
Foi um menino precoce, iniciando sua carreira de jornalista ainda criança. Fundou o jornal "O Clarim", que era datilografado e possuía apenas um exemplar, passando de casa em casa. O jornal, segundo Aluízio, era "por mim mesmo desenhado em vermelho, e por mim todo ele escrito: desde o editorial às notas de aniversários, notícias de festas, entrevistas, etc., às vezes, jornalista e datilógrafo de dois dedos, levada o dia inteiro, até sem almoço, entrava pela noite, sob o protesto da minha mãe. Tudo era compensado pelas alegrias do domingo: o jornal ia passando de casa em casa, com os comentários dos vizinhos, leitores de toda a cidade".

Mais adiante, duas outras iniciativas, ambas no campo do jornalismo: o jornal "A Palavra" e a revista "Potiguarânia". Dirigiu também o jornal "O Estudante".
O Partido Popular, quando criou "A Razão" , designou Aluízio para trabalhar como repórter. O jornal pertencia a Dinarte Mariz e seu diretor era Eloy de Souza.
Após a vitória do Partido Popular, que consegue eleger três deputados, e a situação apenas um, Aluízio Alves, escreveu um artigo com o título "Três a Um", quando chamou o interventor Bertino Dutra de "apêndice podre da Marinha brasileira". Diante da ofensa, a Marinha mandou prender Aluízio. Foi criado, então, o impasse: o autor do artigo era menor, contava apenas 13 anos de idade... Como solução, o jornal foi fechado. Na administração de Mário Câmara, a publicação voltou a circular.
O jornalista mirim enfrentou outro problema semelhante. O major Abelardo de Castro deu uma entrevista criticando a situação que havia no Rio Grande do Norte. Essa entrevista foi publicada no "Diário de Pernambuco". Como o jornal da oposição se encontrava fechado, a entrevista foi impressa em forma de boletim. Na noite seguinte, Aluízio, com outras pessoas, pregavam com grude os boletins nas paredes das casas, edifícios públicos, etc. Quando Aluízio estava colando as folhas atrás da catedral velha, foi preso. Mas não podia ser preso por causa da idade. O chefe da polícia, capitão da Marinha, Paulo Mário, chamou o pai do menino, aconselhou, ameaçou, porém o jovem rebelde foi colocado em liberdade.
Aluízio, repórter de "A Razão", junto à Assembléia Legislativa, viveu momentos difíceis nessa fase: "lá às seis horas da manhã para "A Razão", escrevia várias matérias. Quinze para as oito e eu ia para o colégio e ficava até onze horas. Às onze horas voltava para a "A Razão" para escrever e fazer a revisão da matéria. Uma hora da tarde voltava para o colégio, até aí sem comer, sem almoçar, ficava no colégio até três e meia da tarde. Quando saía às três e meia da tarde. Quando saía às três e meia da tarde, eu ia para o jornal, assistia ao final do jornal".
Aluízio Alves começou a se interessar por política no ano de 1932, com onze anos de idade, quando, após a derrubada do prefeito de Angicos, João Cavalcanti, seu pai, Manoel Alves, foi eleito prefeito.
Nesse ano, ocorria uma terrível seca e os flagelados da região procuraram seu "Nezinho", que convocou os comerciantes para colaborar: recebendo e distribuindo gêneros alimentícios, estava ali presente o menino Aluízio Alves.
Outro acontecimento vai marcar a carreira precoce do político Aluízio Alves: durante a revolução Constitucional de 32, ele se encontrava em Ceará Mirim. Nessa cidade só havia uma rádio, na casa de Waldemar de Sá. O menino Alves ouvia os discursos dos líderes do movimento, repetindo para os presentes.
Aluízio, indo para o Ceará, estudou no Ginásio São Luiz. Ocorreu então o seguinte fato: um motorista de ambulância dirigia em alta velocidade para salvar um doente. A ambulância virou, o motorista morreu, porém, o doente sobreviveu. O acontecimento emocionou a cidade de Fortaleza. Aluízio foi escolhido para fazer a oração, durante uma homenagem prestada pelos estudantes aos familiares da vítima do acidente. Seu discurso emocionou a todos os presentes. A partir daquele momento passou a ser o orador oficial do ginásio.
Em 1940, em Angicos, a paróquia organizou a festa de Cristo Rei. Estiveram presentes o governador Rafael Fernandes e Aldo Fernandes. Na oportunidade, Aluízio pronunciou uma conferência sobre a Paróquia de Angicos. Como resultado, o menino conferencista foi convidado por Aldo Fernandes para trabalhar no jornal "A República", quando se tornou repórter e editor do referido órgão de imprensa, na época, dirigido por Edgar Barbosa.
Em 1942, uma grande seca. Natal foi invadida pelos flagelados. Aldo Fernandes chamou Aluízio, dizendo que queria fazer uma reunião com as principais autoridades da cidade. Aluízio, então, escreveu um artigo inti-tulado "Convocação à família natalense", sendo designado para organizar o trabalho de assistência aos flagelados. Dentro de três dias 8 mil pessoas estava abrigadas. Terminada a seca, Aluízio Alves organizou a volta dos retirantes, fazendo com que cada um levasse instrumento de trabalho, além de recursos para recomeçar a vida, inclusive, comida para um mês. Aconteceu que, no final, ficaram 60 menores de ambos os sexos. Aluízio Alves sugeriu, então, criar um Serviço de Assistência ao Menor. Aprovada a idéia, Aluízio Alves foi para Recife e, naquela cidade, entrou em contato com as autoridades que tratavam do problema.
Foi fundado o "Abrigo Melo Matos", com Orígenes Monte assumindo a direção.
Incansável, Aluízio Alves, com ajuda da Legião Brasileira de Assistência, criou o Instituto Padre João Maria e, com auxílio da prefeitura, organizou o Abrigo Juvino Barreto. Ambos foram inaugurados no dia 19 de abril de 1943.
Faleceu no dia 6 de maio de 2006 - FONTE O MOSSOROENSE (17/10/1872), EDITADO EM MOSSORÓ, O 4º MAIS ANTIGO DO PAÍS EM CIRCULAÇÃO

25 - JOSÉ DANIEL DINIZ

Patrono da cadeira nº 25 - Natural de Caicó, nascido a 13 de outubro de 1935, filho de  DANIEL DUARTE DINIZ e de MARIA ZENÓBIA GURGEL DINIZ. Bacharel em Direito e professor  aposentado. Ingressou na magistratura federal do Rio Grande do Norte no dia 01 de dezembro de 1993. Demorou pouco no cargo de Juiz Federal Substituto, sendo exonerado em 29 de janeiro de 1996, devido não poder acumular com outro cargo de Procurador da Fazenda - Delegacia do Rio Grande do Norte.
FONTE: LIVRO SOCIEDADE E JUSTIÇA - HISTÓRIA DO PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE, EDUARDO ANTONIO GOSSON

26 - VERÍSSIMO PINHEIRO DE MELO

Patrono da cadeira nº 26 -  Nasceu no dia 9 de julho de 1921, na cidade de Natal.Concluiu o curso de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife, exercendo as funções de advogado, juiz municipal, professor de Etnografia do Brasil da Faculdade de Filosofia de Natal e de Antropologia Cultural da Universidade Federal Rio Grande do Norte, além de jornalista. Em 1989, depois de aposentado, Veríssimo de Melo dedicou-se, com mais afinco, aos estudos folclóricos e ao jornalismo. Foi, também, membro do Conselho Estadual de Cultura e da Academia Norte-Riograndense de Letras. Publicou: Adivinhas (1948), Acalantos (1949), Parlendas (1949), Jogos populares do Brasil (1956), Gestos populares (1960), Cantador de viola (1961), O conto folclórico no Brasil (1976), Folclore brasileiro: Rio Grande do Norte (1978), Folclore infantil (1965), Tancredo Neves na literatura de cordel (1986), Medicina popular no mundo em transformação (1996), além de outros trabalhos, ensaios, artigos e participação em congressos e seminários folclóricos. Faleceu no dia 18 de agosto (mês do folclore) de 1996, na cidade de Natal.

26 - MANOEL BENÍCIO DE MELO SOBRINHO

Sócio fundador da cadeira nº 26 - Manoel Benício de Melo Sobrinho

27 - JOSÉ GONÇALVES DE MEDEIROS

Patrono da cadeira nº 27 - José Gonçalves de Medeiros              

27 - JOANILDO DE PAULA REGO

Sócio fundador da Cadeira  nº 27 - Joanildo de Paula Rego

28 - HÉLIO MAMEDE DE FREITAS GALVÃO

Patrono da cadeira nº 28 - HÉLIO GALVÃO, natural de Tibau do Sul-RN, nascido a 18 de março de 1916 e faleceu em Natal-RN, no dia 20 de outubro de 1981. Advogado, escritor, professor, etnógrafo e membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras e Patrono da cadeira nº 28 da Academia de Letras Jurídicas do Rio Grande do Norte, Hélio Mamede de Freitas Galvão, mesmo hoje, é considerado um dos grandes nomes da elite cultural do Estado. Sua memória, além do cenário cultural e político de sua época,
Tornou-se Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Alagoas em 1952 e iniciou sua carreira profissional no município de Pedro Velho, onde trabalhou como tabelião no cartório. À convite de seu amigo pessoal, o então governador do Estado Aluízio Alves, Helio trabalhou entre 1961 e 1966 como seu assessor jurídico, defendendo e ganhando causas de grande interesse para a política local, o que lhe garantiu um renomado respeito entre seus colegas de profissão sobretudo em ambiência nacional. Foi um dos fundadores do MDB (Movimento Democrático Brasileiro). 

28 - JOSÉ ARNO GALVÃO

Sócio fundador da cadeira nº 28 - José Arno Galvão

29 - Dr. JOSÉ AUGUSTO BEZERRA MEDEIROS

Patrono da cadeira nº 29 - Filho de Manoel Augusto Bezerra de Araújo e de D. Cândida Olindina de Medeiros, nasceu em 22/9/1884, em Caicó-RN e faleceu em 18/5/1971 no Rio de Janeiro-RJ. Foi professor, advogado e Juiz. Seu pai era professor de latin e francês. José Augusto era neto do antigo Senador José Bernardo de Medeiros, chefe político liberal do Rio Grande do Norte e de Silvino Bezerra, ex-Vice-Presidente da Província do Rio Grande do Norte. Era primo de Poty Medeiros, Presidente do Tribunal de Contas e da Liga de Defesa Nacional e também primo de outro ilustre chefe político, o Senador Dinarte Mariz. Como Parlamentar ficou conhecido como José Augusto.
Na vida política cumpriu os mandatos nos períodos a seguir mencionados:
Mandatos:
Deputado Estadual (1913 a 1915
Deputado Federal (1915)
Deputado Federal (1918 a 1921)
Deputado Federal (1921 a 1923)
Governador (1924 a 1927)
Senador (1928 a 1930)
Deputado Federal (1935 a 1937)
Deputado Federal (1946)
Deputado Federal (1947 a 1950)
Deputado Federal (1950 a 1955)
Militou no Partido Popular-PP (1934) e na União Democrática Nacional-UDN (1945).
No Senado Federal integrou as Comissões de Diplomacia e Tratados; Legislação Social e Constituição e Justiça. Foi 6º Suplente da Mesa Diretora em 1930.
José Augusto foi ainda Procurador da República (1905), Professor de História e Geografia – Ateneu Norte-rio-grandense (1906 a 1908), Fiscal de Governo Federal junto ao Colégio Abílio (1907), Diretor do Ateneu Norte-rio-grandense (1910), Juiz de Direito da Comarca de Caicó (1911), Chefe de Polícia Interino (1912) e Secretário de Estado no Governo Ferreira Chaves (1913).
Fez o Curso Secundário no Ateneu Norte-rio-grandense, em Natal, e o Curso Superior de Direito na Faculdade de Direito em Recife.
Casou-se com Alice de Godoy Bezerra em 1/9/1917, no Rio de Janeiro.
José Augusto era defensor do Parlamentarismo e foi Vice-Presidente da Câmara dos Deputados e Presidente da Associação do Comércio do RJ.
Foi Redator do Diário de Notícias e Amanhã, RJ; Diretor da Revista A Educação (1922-1924) e da Revista Brasileira de Educação (1929-1930).  
FONTE:  INTERNET            

29 - FRANCISCO SILVIO CALDAS


Sócio fundador da cadeira nº 29 - O juiz federal do trabalho da 21ª Região, Natal/RN, Joaquim Sílvio Caldas, nasceu em Aracaju/SE, em 1940, filho do professor e oficial do Exército, Joaquim Caldas e da senhora Laura Caldas.Intelectual nato, Joaquim Sílvio Caldas teve sua vida dedicada ao estudo, tendo concluído três graduações, entre elas o  Curso de Direito na Universidade Católica de Pernambuco.
Aprovado em 1987, no concurso público de Juiz Federal do Trabalho, da 13 Região, João Pessoa.
Doutor Silvio Caldas foi Juiz  presidente  da Junta de Conciliação e Julgamento de Goianinha-RN; juiz de presidente da  Junta de Conciliação e Julgamento  de Macau-RN  (promoção por merecimento); juiz presidente e fundador da Junta de Conciliação e Julgamento de ASSU; juiz presidente da 2ª e 3ª Junta de Conciliação e Julgamento de Natal; titular da 5ª  Vara de Trabalho de Natal;   membro  da Comissão Central doPrimeiro  Concurso para Juiz do Trabalho  do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região;  ex- Diretor do Fórum do Regional do Trabalho da 2ª Região;  e recentemente juiz convocado para compor  a 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, tendo sido agraciado com a ordem do Mérito Judiciário do Trabalho “Djalma Aranha Marinho” no grau de Grade Oficial.O doutor Joaquim Silvio Caldas é também escritor e articulista, tendo diversas obras publicadas em várias editoras. Escreve em vários jornais e revistas, sejam do seguimento jurídico e/ou diários. Em 2002, foi vencedor do prêmio Desembargador Wilson Dantas (poesia), promovido pela Associação dos Magistrados do RN – AMARN.
Pela sua dedicação e seriedade já recebeu títulos de cidadão dos municípios de Goianinha e Macau.  É sócio fundador da Academia de Letras Jurídicas do Rio Grande do Norte. Sócio Efetivo da União Brasileira de Escritores do Rio Grande do Norte – UBE/RN.
FONTE: UNIÃO DOS ESCRITORES RN

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